16/11/2016
Entrevista Sobre o XVIII Congresso Sulbrasileiro de GO e III Congresso Sulbrasileiro de Mastologia com o Prof. Dr. Adils

 

Durante o XVIII Congresso Sul-Brasileiro de Ginecologia e Obstetrícia e III Congresso Sul-Brasileiro de Mastologia, realizado em Foz do Iguaçu, entre os dias 27 e 29 de outubro, uma das salas que teve muitos participantes foi a de Ultrassonografia. O Dr. Adilson Cunha Ferreira, de São Paulo, palestrante da sala, falou com a Sogipa sobre sua participação no evento.

 

1- O que o senhor apresentou durante o Congresso?

Durante o congresso abordei quatro temas relacionados a ultrassonografia. Entre eles o diagnóstico das massas anexiais. Outro tema foi sobre os critérios de inviabilidade da gestação no primeiro trimestre e as outras duas apresentações foram referentes a urgências e ginecologia, um tema de grande impacto social, econômico onde a ultrassonografia tem se destacado como método de seleção primário e essencial. E por fim os últimos avanços na ultrassonografia.

 

2- Como que o senhor viu a receptividade dos participantes?

Confesso que me impressionou. Eu vejo de maneira muito otimista porque quando nós propusemos à dra Rejane este curso intra-congresso, ela de imediato propôs ao presidente, o dr. Sheldon. Nós tínhamos apenas três meses para criar uma logística e tal. A surpresa foi que a sala estava completamente lotada. Foi necessário colocar até mais cadeiras. A ultrassonografia é um tema que envolve diversas áreas e o resultado final foi muito prazeroso e proveitoso.

 

3- Como o senhor avalia a escolha dos temas que foram abordados no congresso durante estes três dias?

Um evento desta envergadura não é simples. Então quero parabenizar a toda equipe na pessoa do presidente, o dr. Sheldon. Tudo o que vi na programação, os temas envolvem desde clássicos até atuais, abordando praticamente todos os tópicos da assistência de saúde à mulher e ao concepto. Então a programação está impecável, pelos temas e escolha dos palestrantes.

 

4- Um médico precisa estar constantemente se reciclando, estudando. A troca de experiência, proporcionada pelo Congresso, faz com que as pacientes ganhem?

Nós estamos em 2016. Se pegarmos praticamente todo avanço na medicina, quase todo ocorreu nos últimos 150 anos. Então nós pegamos de 0 a 150 pós cristo com quase nada de arsenal tecnológico e propedêutico de tal forma que os temas abordados foram muito felizes. Eu acho que o professor que veio para ensinar, aprende com uma programação selecionada e o equacionamento desta conta é tanto aprender quanto ensinar. Eu acho que a gente aprende bastante também. E no fim, claro, as pacientes são as mais beneficiadas.

 


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